Quaresma, Tempo de Meditação, Penitência e Conversão Espiritual

Pax et Bonum!

Quaresma, tempo de meditação, penitência e conversão espiritual, é o tempo em que nos preparamos para a grande festa Pascal.
Convido você nessa Quaresma, a aprender e conhecer a Cruz do Nosso Senhor Jesus Cristo, para que assim nós peguemos as nossas cruzes e sigamos em uma direção certa, como nos foi ensinado, que cada pessoa tem a sua Cruz “Se alguém quer Me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e Me siga.” (Marcos 8, 34b)

tome a sua cruz e siga-me   “Convertam-se e acreditem na Boa Notícia.” (Marcos 1, 15b) Uma mudança radical em nossas vidas não é fácil, porém sempre teremos desafios a serem vencidos, que só iremos nos manter firmes em oração, com um diálogo intimo com Deus. Converter não é um ato fácil a ser aceito e realizado, mas essencialmente necessário e Jesus nos torna capazes de conquistarmos, Jesus em seus passos encontrados no Santo Evangelho nos ensina a buscarmos a conversão. Acreditem na Boa Notícia o Reino de Deus está próximo, isto é certo, para você que crê em Jesus, acredita nas Sagradas Escrituras, sabe que a cada segundo e a cada respirar o Reino que Jesus nos preparou se aproxima, portanto vivam e convertam-se agora em SantidadeSejam santos, porque Eu sou santo.” (1Pedro 1, 16) Vivam o maior mandamento que nos foi ensinado “Amem-se uns aos outros , assim como Eu Amei vocês.” (João 15, 12)

Mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma de 2012

Irmãos e irmãs!

A Quaresma oferece-nos a oportunidade de refletir mais uma vez sobre o cerne da vida cristã: o amor. Com efeito este é um tempo propício para renovarmos, com a ajuda da Palavra de Deus e dos Sacramentos, o nosso caminho pessoal e comunitário de fé. Trata-se de um percurso marcado pela oração e a partilha, pelo silêncio e o jejum, com a esperança de viver a alegria pascal.

Desejo, este ano, propor alguns pensamentos inspirados num breve texto bíblico tirado da Carta aos Hebreus: Quaresma tempo de conversão «Prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras» (10, 24). Esta frase aparece inserida numa passagem onde o escritor sagrado exorta a ter confiança em Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, que nos obteve o perdão e o acesso a Deus. O fruto do acolhimento de Cristo é uma vida edificada segundo as três virtudes teologais: trata-se de nos aproximarmos do Senhor «com um coração sincero, com a plena segurança da » (v. 22), de conservarmos firmemente «a profissão da nossa esperança» (v. 23), numa solicitude constante por praticar, juntamente com os irmãos, «o amor e as boas obras» (v. 24). Na passagem em questão afirma-se também que é importante, para apoiar esta conduta evangélica, participar nos encontros litúrgicos e na oração da comunidade, com os olhos fixos na meta escatológica: a plena comunhão em Deus (v. 25). Detenho-me no versículo 24, que, em poucas palavras, oferece um ensinamento precioso e sempre atual sobre três aspectos da vida cristã: prestar atenção ao outro, a reciprocidade e a santidade pessoal.

“ Prestemos atenção …”
A atenção ao outro inclui que se deseje, para ele ou para ela, o bem sob todos os seus aspectos: físico, moral e espiritual. Parece que a cultura contemporânea perdeu o sentido do bem e do mal, sendo necessário reafirmar com vigor que o bem existe e vence, porque Deus é «bom e faz o bem» (Sal 119/118, 68). O bem é aquilo que suscita, protege e promove a vida, a fraternidade e a comunhão. Assim a responsabilidade pelo próximo significa querer e favorecer o bem do outro, desejando que também ele se abra à lógica do bem; interessar-se pelo irmão quer dizer abrir os olhos às suas necessidades.

“ … uns aos outros…”
Os discípulos do Senhor, unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo. Isto significa que o outro me pertence: a sua vida, a sua salvação têm a ver com a minha vida e a minha salvação. Tocamos aqui um elemento muito profundo da comunhão: a nossa existência está ligada com a dos outros, quer no bem quer no mal; tanto o pecado como as obras de amor possuem também uma dimensão social.

 Vaticano, 3 de Novembro de 2011 – Papa Bento XVI

Unidos a Cristo através da Eucaristia
Algo que chamou muito minha atenção, diante desta maravilhosa reflexão do nosso Santo Padre “unidos a Cristo através da Eucaristia, vivem numa comunhão que os liga uns aos outros como membros de um só corpo.” A minha existência está ligada com você que lê este artigo agora, está ligada a todos que se encontram na Santa Eucaristia, somos membros de um só Corpo, portanto se faço mal a algum ser, faço mal a mim mesmo,se procuro fazer o melhor, luto para o bem comum, se amo assim com Jesus nos amou, faço isso também a mim mesmo.

Jovens Apóstolos

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2 opiniões sobre “Quaresma, Tempo de Meditação, Penitência e Conversão Espiritual

  1. Michael Costa

    Unidos pela Eucaristia! “EMANUEL”
    Vivamos pois a certeza desta presença de Deus, vivendo o amor!
    Graça e Paz!

  2. “unidos a Cristo através da Eucaristia”
    Rezemos pela Cruz que está peregrinando em Santo Anastácio, durante o tempo da Quaresma, para que ao adentrar esses lares, as pessoas abram as portas para Jesus Cristo, para que aja Luz na vida dessas pessoas.
    Que a Cruz Sagrada, seja minha Luz!

    Paz e Bem!

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